{"id":6039,"date":"2022-02-15T10:24:23","date_gmt":"2022-02-15T13:24:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sodf.org.br\/wordpress\/?p=6039"},"modified":"2022-02-15T10:24:23","modified_gmt":"2022-02-15T13:24:23","slug":"infogripe-sinaliza-estabilizacao-de-casos-de-srag","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sodf.org.br\/wordpress\/infogripe-sinaliza-estabilizacao-de-casos-de-srag\/","title":{"rendered":"InfoGripe sinaliza estabiliza\u00e7\u00e3o de casos de SRAG"},"content":{"rendered":"<p>Divulgado nesta sexta-feira (11\/2), o Boletim InfoGripe da Fiocruz mostra sinal de interrup\u00e7\u00e3o da tend\u00eancia de crescimento de casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG) nos dados nacionais, embora alguns estados ainda estejam apresentando sinal de crescimento. No ano epidemiol\u00f3gico de 2022 j\u00e1 foram notificados 48.008 casos de SRAG, sendo 25.223 (52,5%) com resultado laboratorial positivo para algum v\u00edrus respirat\u00f3rio, 10.756 (22,4%) negativos e ao menos 8.597 (17,9%) aguardando resultado laboratorial. O documento referente \u00e0 Semana Epidemiol\u00f3gica (SE) 5, per\u00edodo de 30 de janeiro a 5 de fevereiro, tem como base os dados inseridos no SivepGripe at\u00e9 31 de janeiro e indica que nas \u00faltimas quatro SE os casos de Covid-19 representam a maioria das ocorr\u00eancias de SRAG, com a propor\u00e7\u00e3o de 87,4% de Sars-CoV-2  dentre os casos positivos, enquanto se registrou 3,9% influenza A, 0,1% influenza B e 1,4% v\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio.<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos casos e \u00f3bitos de SRAG, o Boletim aponta um cen\u00e1rio nacional de interrup\u00e7\u00e3o do crescimento em todas as faixas et\u00e1rias da popula\u00e7\u00e3o adulta. Na faixa et\u00e1ria de 20 a 29 anos, que j\u00e1 havia iniciado processo de queda no in\u00edcio de janeiro, observa-se poss\u00edvel interrup\u00e7\u00e3o na tend\u00eancia de queda. Entre crian\u00e7as e adolescentes (0 -17 anos) verifica-se manuten\u00e7\u00e3o da tend\u00eancia de queda iniciada na virada do ano.<br \/>\nNos casos associados a outros v\u00edrus respirat\u00f3rios nota-se um aumento significativo de casos associados ao v\u00edrus influenza A (gripe) ao final de novembro e ao longo de dezembro, tendo inclusive superado os registros de Covid-19 em algumas semanas. \u201cEmbora os dados associados \u00e0s \u00faltimas semanas ainda sejam parciais, h\u00e1 ind\u00edcios de que a epidemia de influenza j\u00e1 tenha retornado a volumes basais, p\u00f3s-epid\u00eamicos, tendo atingido o pico de casos nas \u00faltimas semanas de dezembro, embora a situa\u00e7\u00e3o de cada estado seja ligeiramente distinta para cada territ\u00f3rio. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Covid-19, os dados relativos ao final de dezembro e \u00e0 primeira semana de janeiro apontam para a retomada do cen\u00e1rio de predom\u00ednio da Covid-19 e manuten\u00e7\u00e3o do crescimento at\u00e9 o momento em alguns estados, por\u00e9m j\u00e1 com sinal de interrup\u00e7\u00e3o no agregado nacional\u201d, indica o Boletim.<br \/>\nEstados<br \/>\nA an\u00e1lise indica que 15 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tend\u00eancia de longo prazo (\u00faltimas seis semanas) at\u00e9 a SE 5: Acre, Alagoas, Amazonas, Goi\u00e1s, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Para\u00edba, Piau\u00ed, Paran\u00e1, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa Catarina. Outros cinco estados apresentam sinal de crescimento apenas na tend\u00eancia de curto prazo (\u00faltimas tr\u00eas semanas): Amap\u00e1, Maranh\u00e3o, Par\u00e1, Pernambuco e Rond\u00f4nia. Na Bahia, Cear\u00e1, Distrito Federal, Esp\u00edrito Santo, Maranh\u00e3o, Pernambuco, Sergipe e S\u00e3o Paulo observa-se sinal de queda na tend\u00eancia de longo prazo, sendo que no Cear\u00e1 e em S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m h\u00e1 sinal de queda na tend\u00eancia de curto prazo. No Maranh\u00e3o e em Pernambuco, a tend\u00eancia de curto prazo aponta n\u00edvel moderado de crescimento.<br \/>\nCapitais<br \/>\nObserva-se, tamb\u00e9m, que 14 das 27 capitais apresentam sinal de crescimento na tend\u00eancia de longo prazo (\u00faltimas seis semanas) at\u00e9 a SE 5: Bel\u00e9m, Plano Piloto de Bras\u00edlia e arredores, Boa Vista, Campo Grande, Cuiab\u00e1, Curitiba, Goi\u00e2nia, Jo\u00e3o Pessoa, Macei\u00f3, Manaus, Natal, Palmas, Rio Branco e Rio de Janeiro. Em outras 7 observa-se sinal de crescimento apenas para a tend\u00eancia de curto prazo (\u00faltimas tr\u00eas semanas): Aracaju, Macap\u00e1, Porto Velho, Recife, S\u00e3o Lu\u00eds, Teresina e Vit\u00f3ria. Em Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, S\u00e3o Paulo e Vit\u00f3ria observa-se sinal de queda na tend\u00eancia de longo prazo. Em Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e S\u00e3o Paulo o sinal de queda tamb\u00e9m est\u00e1 presente na tend\u00eancia de curto prazo. Em Recife e Vit\u00f3ria h\u00e1 sinal moderado de crescimento nas \u00faltimas tr\u00eas semanas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Divulgado nesta sexta-feira (11\/2), o Boletim InfoGripe da Fiocruz mostra sinal de interrup\u00e7\u00e3o da tend\u00eancia de crescimento de casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG) nos dados nacionais, embora alguns estados ainda estejam apresentando sinal de crescimento. 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