{"id":5694,"date":"2021-12-20T08:32:55","date_gmt":"2021-12-20T11:32:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sodf.org.br\/wordpress\/?p=5694"},"modified":"2021-12-20T08:32:55","modified_gmt":"2021-12-20T11:32:55","slug":"fiocruz-e-academia-chinesa-de-ciencias-reforcam-parceria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sodf.org.br\/wordpress\/fiocruz-e-academia-chinesa-de-ciencias-reforcam-parceria\/","title":{"rendered":"Fiocruz e Academia Chinesa de Ci\u00eancias refor\u00e7am parceria"},"content":{"rendered":"<p>Por tr\u00eas manh\u00e3s consecutivas no Brasil, ou tr\u00eas noites do outro lado do mundo, na China, o CAS-Fiocruz webinar on Infectous Diseases reuniu pesquisadores da Fiocruz e da Academia Chinesa de Ci\u00eancias para a troca de informa\u00e7\u00f5es sobre assuntos como Covid-19, vacinas, zika, dengue e outras enfermidades comuns aos dois lados do globo. O webin\u00e1rio ocorreu nos dias 14, 15 e 16 deste m\u00eas.<br \/>\nAvan\u00e7os na coopera\u00e7\u00e3o em sa\u00fade e ci\u00eancia<br \/>\nA abertura do evento, na quarta-feira (14\/12), coube \u00e0 presidente da Fiocruz, N\u00edsia Trindade Lima, e ao vice-presidente da CAS, Zhang Yaping, e contou com a media\u00e7\u00e3o de Hua Xiang, vice-diretor-geral do Instituto de Microbiologia da CAS (IMCAS). N\u00edsia e Zhang Yaping destacaram o hist\u00f3rico recente da coopera\u00e7\u00e3o em sa\u00fade e ci\u00eancia entre os dois pa\u00edses. \u201cO evento \u00e9 um passo importante na implementa\u00e7\u00e3o do Memorando de Entendimento (MdE) assinado entre a CAS e a Fiocruz em 2018\u201d, ressaltou Zhang. N\u00edsia refor\u00e7ou a import\u00e2ncia da colabora\u00e7\u00e3o com a CAS, com o conjunto das institui\u00e7\u00f5es chinesas e com as embaixadas. Essa colabora\u00e7\u00e3o promissora j\u00e1 teria alcan\u00e7ado grandes resultados. \u201cO enfrentamento dos desafios nos deixar\u00e1 legados de aprendizados e prepara\u00e7\u00e3o\u201d, disse, e valorizou a parceria ao lembrar que o IFA importado da vacina Astrazeneca \u00e9 produzido pelo laborat\u00f3rio chin\u00eas Wuxi Biologics. \u201cEle tem sido essencial para imuniza\u00e7\u00e3o dos brasileiros\u201d. Por fim, a presidente da Fiocruz destacou o car\u00e1ter estrat\u00e9gico da aproxima\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es: \u201cque possamos enfrentar a matriz de todas as desigualdades, a desigualdade de conhecimento, inova\u00e7\u00e3o e tecnologia de produ\u00e7\u00e3o de insumos de sa\u00fade. A distribui\u00e7\u00e3o mais sim\u00e9trica desses recursos \u00e9 fundamental\u201d.<br \/>\nOs embaixadoras do Brasil na China, Paulo Estivallet de Mesquita, e o Ministro da Embaixada da China no Brasil, Jin Hongjun, celebraram o estreitamento das rela\u00e7\u00f5es entre os pa\u00edses, muito forte nas \u00e1reas da economia e do com\u00e9rcio e cada vez mais na \u00e1rea da sa\u00fade p\u00fablica e da ci\u00eancia. Mesquita afirmou que a Diplomacia da Sa\u00fade \u00e9 uma prioridade da atual gest\u00e3o do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e que a coopera\u00e7\u00e3o entre Brasil e China, pa\u00edses com sistemas de sa\u00fade bastante desenvolvidas e grande capacidade cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica, poderia fortalecer a ambos. Jin Hongjun, por sua vez, enalteceu o prest\u00edgio internacional tanto da CAS quanto da Fiocruz e refor\u00e7ou a grande import\u00e2ncia que a China atribui para a coopera\u00e7\u00e3o com o Brasil. Ele espera que a aproxima\u00e7\u00e3o possa possa intensificar a produ\u00e7\u00e3o de medicamentos, vacinas, biotecnologia e capacita\u00e7\u00e3o de recursos humanos.<br \/>\nWei Qian, diretor-geral do Instituto de Microbiologia (IMCAS), apresentou o instituto e explicou que o ele coordena cinco laborat\u00f3rios em \u00e2mbito nacional. Qian v\u00ea na coopera\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses um elemento fundamental para o desenvolvimento em um contexto de globaliza\u00e7\u00e3o. A import\u00e2ncia da parceria devido ao impacto global da Covid-19 tamb\u00e9m foi apontada por Carlos Morel, membro da Academia Brasileira de Ci\u00eancias e coordenador do Centro de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico em Sa\u00fade (CDTS\/Fiocruz). \u201cA pandemia demonstrou a import\u00e2ncia de prevermos, prevenirmos e controlar n\u00e3o s\u00f3 SRAS, mas estudar e elucidar mecanismo pelo quais aparecem novos pat\u00f3genos com potencial pand\u00eamico\u201d, explicou.<br \/>\nO vice-presidente de Produ\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade, Marco Krieger, e o diretor do Centro de Controle de Doen\u00e7as da China, Gao Fu, fizeram uma apresenta\u00e7\u00e3o de 30 minutos sobre os mais recentes progressos na pesquisa de doen\u00e7as infecciosas. Gao descreveu o hist\u00f3rico chin\u00eas do desenvolvimento de seu sistema de sa\u00fade. Ele defendeu o valor estrat\u00e9gico de fortalecer a sa\u00fade p\u00fablica no n\u00edvel comunit\u00e1rio, mas em um momento em que a comunidade tamb\u00e9m precisa ser pensando no \u00e2mbito da coopera\u00e7\u00e3o internacional. \u201cPrecisamos construir uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, por meio de sistemas de sa\u00fade\u201d, disse. \u201cNingu\u00e9m est\u00e1 salvo enquanto uma pessoa n\u00e3o estiver\u201d. Ele estimou ainda que a pandemia s\u00f3 poder\u00e1 ser superada quando 85% da popula\u00e7\u00e3o mundial estiver imunizada.<br \/>\nKrieger apresentou as realiza\u00e7\u00e3o da Fiocruz durante a pandemia, como a Constru\u00e7\u00e3o do Centro Hospitalar e o desenvolvimento de vacinas. Ele exaltou ainda o projeto do novo campus de Santa Cruz. \u201cEm um futuro pr\u00f3ximo, teremos um novo complexo industrial de sa\u00fade em biotecnologia que ampliar\u00e1 a capacidade de Bio-Manguinhos em produzir vacinas e f\u00e1rmacos\u201d.<br \/>\nVigil\u00e2ncia Gen\u00f4mica e Imunol\u00f3gica<br \/>\nTeve in\u00edcio, ent\u00e3o, o semin\u00e1rio cient\u00edfico. No primeiro dia, expuseram seus trabalhos pela Fiocruz Marilda Siqueira, chefe do Laborat\u00f3rio de V\u00edrus Respirat\u00f3rios e Sarampo (IOC\/Fiocruz), e Wilson Savino,  membro da ABC e coordenador de Estrat\u00e9gias de Integra\u00e7\u00e3o Regional e Nacional da Fiocruz. Siqueira apresentou a plataforma de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica do Sars-Cov-2 na Fiocruz, a Rede Gen\u00f4mica Fiocruz. Ela destacou sua efetividade na identifica\u00e7\u00e3o e no monitoramento de variantes. Demonstramos que a variante gamma evoluiu em diferentes regi\u00f5es, tivemos uma melhor defini\u00e7\u00e3o dessas muta\u00e7\u00f5es, de suas evolu\u00e7\u00f5es e de seu impacto na dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a\u201d, descreve. A pesquisadora ressaltou ainda a refer\u00eancia que se tornou a Rede Gen\u00f4mica, com a disponibiliza\u00e7\u00e3o de dados e gr\u00e1ficos em tempo real sobre a situa\u00e7\u00e3o da Covid no pa\u00eds. \u201c\u00c9 uma plataforma muito importante para a m\u00eddia e o p\u00fablico em geral, com uma robusta comunica\u00e7\u00e3o sobre o que est\u00e1 acontecendo\u201d.<br \/>\nSavino, por, sua vez, prop\u00f4s a discuss\u00e3o sobre o conceito de vigil\u00e2ncia imunol\u00f3gica. Ele avalia a estrutura\u00e7\u00e3o de um sistema de vigil\u00e2ncia imunol\u00f3gica para lidar com emerg\u00eancias sanit\u00e1rias, o que aprimoraria a coordena\u00e7\u00e3o entre cientistas e gestores p\u00fablicos. \u201cSeria uma rede de intelig\u00eancia que usaria uma plataforma tecnol\u00f3gica para gerar um grande volume de dados, integrando-se com outros componentes do ecossistema de vigil\u00e2ncia da Fiocruz\u201d, explica. &#8220;\u00c9 uma ideia inicial e espero ter a colabora\u00e7\u00e3o dos demais pesquisadores para desenvolver o conceito e as configura\u00e7\u00f5es desse sistema\u201d.<br \/>\nDe Recife a Wuhan<br \/>\nNo segundo dia de participa\u00e7\u00e3o, quinta-feira (15\/12), a Fiocruz procurou mostrar um pouco do trabalho realizado em todo o territ\u00f3rio nacional: do Amazonas, passando por Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e chegando ao Paran\u00e1.<br \/>\nErnesto Marques, pesquisador de sa\u00fade p\u00fablica do Instituto Aggeu Magalh\u00e3es (Fiocruz Pernambuco), deu um panorama sobre os avan\u00e7os no diagn\u00f3stico, tratamento e busca de uma vacina contra a zika, doen\u00e7a que atingiu gravemente o Brasil gerando casos de microcefalia em beb\u00eas. \u201cA zika est\u00e1 para Recife como a Covid-19 est\u00e1 para Wuhan\u201d, contou Marques. Ele apresentou um teste capaz de detectar a zika cong\u00eanita em gesta\u00e7\u00f5es a partir do quarto m\u00eas.<br \/>\nDo Rio, o pesquisador Thiago Moreno, vice-coordenador do Centro para o Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico em Sa\u00fade (CDTS\/Fiocruz), compartilhou estudos que buscam usar medicamentos previamente conhecidos no tratamento da Covid-19, como o Daclatasvir e o Sofosbuvir, usados originalmente contra a hepatite C &#8211; ambos se mostraram eficazes ao inibir a replica\u00e7\u00e3o do Sars-CoV-2.<br \/>\nCoube a Manoel Barral Netto, pesquisador da Fiocruz Bahia e coordenador do projeto Vigivac, apresentar o monitoramento digital da vacina contra a Covid-19 no Brasil. O boletim demonstrou que os quatro imunizantes usados no pa\u00eds mostraram grande prote\u00e7\u00e3o contra o risco de interna\u00e7\u00f5es e \u00f3bito, baseado num levantamento de 163 milh\u00f5es de pessoas.<br \/>\nLuciano Moreira, pesquisador em sa\u00fade p\u00fablica da Fiocruz Minas e coordenador do World Mosquito Program no Brasil, apresentou os resultados contra as arboviroses do m\u00e9todo Wolbachia, empregado em 11 pa\u00edses. Conduzido no Brasil pela Fiocruz, o programa consiste na introdu\u00e7\u00e3o dessa bact\u00e9ria no Aedes aegypt: ela impede que os v\u00edrus da dengue, zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito. \u201cHouve uma redu\u00e7\u00e3o de 44% a 70% de casos de dengue nas \u00e1reas trabalhadas\u201d, contou.<br \/>\nDe Manaus, o virologista Felipe Naveca, vice-diretor de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o do Instituto Le\u00f4nidas &#038; Maria Deane (ILMD\/Fiocruz Amaz\u00f4nia), tratou da vigil\u00e2ncia de v\u00edrus emergentes, reemergentes e negligenciados na Amaz\u00f4nia brasileira. \u00c9 o caso do v\u00edrus mayaru (aparentado com a chikungunya), o oropuche (que causa encefalite) e o coxsackie (que causa a doen\u00e7a m\u00e3o-p\u00e9-boca). Este \u00faltimo \u00e9 aparentado com uma forma encontrada na vizinha Venezuela. \u201cEstamos usando um barco cient\u00edfico para ir \u00e0s \u00e1reas remotas\u201d, contou Naveca.<br \/>\nNo outro extremo do pa\u00eds, M\u00e1rcio Rodrigues, do Instituto Carlos Chagas (Fiocruz Paran\u00e1) falou sobre doen\u00e7as f\u00fangicas negligenciadas, que a cada ano matam 1,6 milh\u00e3o de pessoas no mundo. Entre elas, Cryptococcal meningitis. Os tratamentos para essas doen\u00e7as s\u00e3o caros e limitados, e ele destacou a necessidade de mais verbas para estudos e rem\u00e9dios.<br \/>\nEntre os pesquisadores chineses, Lianpan Dai, do Laborat\u00f3rio de Microbiologia Patog\u00eanica e Imunobiologia (CAS), falou sobre as vacinas contra a Covid-19, destacando que uma segunda gera\u00e7\u00e3o dos imunizantes dever\u00e1 estar mais adaptada \u00e0s variantes. Yi Shi, professor do IMCAS e que lembrou o semin\u00e1rio conjunto de 2019, tratou dos novos medicamentos contra a doen\u00e7a. Ao falar sobre Big Data sobre Microbiologia Patog\u00eanica, Linhuan Wu, vice-diretora do Centro de Dados de Microbiologia da China (IMCAS), destacou o Brics Project Targets, que busca a colabora\u00e7\u00e3o no sequenciamento e um protocolo de an\u00e1lise de dados da Covid-19 entre pa\u00edses do bloco, entre outros cientistas chineses que participaram do simp\u00f3sio.<br \/>\nProgramas de bolsas de estudos<br \/>\nA mesa de encerramento do semin\u00e1rio, realizada na  manh\u00e3 de sexta-feira (16\/12), teve como moderador o assessor da Vice-Presid\u00eancia de Produ\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o da Fiocruz, Andr\u00e9 Lobato, e foi dedicada \u00e0s oportunidades de bolsas de estudos para p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de estrangeiros na China e no Brasil. Os programas dos dois pa\u00edses foram apresentados respectivamente pela representante da Alian\u00e7a de Organiza\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas Internacionais (Anso, na sigla em ingl\u00eas), Zhongxiu Wang, e pela coordenadora-geral de Educa\u00e7\u00e3o da Vice-Presid\u00eancia de Educa\u00e7\u00e3o, Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o, Cristina Guilam.<br \/>\nA Bolsa ANSO para Jovens Talentos foi lan\u00e7ada em 2019 com o objetivo de formar jovens cientistas de todo o mundo, apoiando anualmente 200 alunos de mestrado e 300 alunos de doutorado na Universidade de Ci\u00eancia e Tecnologia da China (USTC), na Universidade da Academia Chinesa de Ci\u00eancias (UCAS) ou institutos da Academia Chinesa de Ci\u00eancias (CAS), que patrocina os estip\u00eandios. As inscri\u00e7\u00f5es para o programa no pr\u00f3ximo ano est\u00e3o abertas desde novembro e seguem at\u00e9 31 de mar\u00e7o de 2022.<br \/>\nCristina Guilam apresentou as oportunidades oferecidas na Fiocruz por meio do Programa Institucional de Internacionaliza\u00e7\u00e3o (Print) da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes). O programa fomenta os planos estrat\u00e9gicos de internacionaliza\u00e7\u00e3o da Fiocruz, para fortalecer coopera\u00e7\u00f5es e formar redes de pesquisa internacionais, promovendo a mobilidade de professores e alunos, al\u00e9m de aprimorar a qualidade da produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA coordenadora esclarece que ainda n\u00e3o h\u00e1 um programa de bolsas espec\u00edfico entre a Fiocruz e as institui\u00e7\u00f5es chinesas, \u201cmas h\u00e1 um desejo enorme de consolidar a coopera\u00e7\u00e3o com a China, pela for\u00e7a crescente do pa\u00eds na produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u201d. Neste sentido, ela adianta que est\u00e3o programados quatro semin\u00e1rios ao longo do pr\u00f3ximo ano, \u201cpara identificar as principais \u00e1reas tem\u00e1ticas de interesse comum\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por tr\u00eas manh\u00e3s consecutivas no Brasil, ou tr\u00eas noites do outro lado do mundo, na China, o CAS-Fiocruz webinar on Infectous Diseases reuniu pesquisadores da Fiocruz e da Academia Chinesa de Ci\u00eancias para a troca de informa\u00e7\u00f5es sobre assuntos como Covid-19, vacinas, zika, dengue e outras enfermidades comuns aos dois lados do globo. 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